Prezados Pibidianos e Professores Supervisores, Este ambiente virtual foi criado como espaço de discussão acerca das bibliografias que estamos estudando. Sucesso e bom trabalho a todos. Os Coord. de Área, Cynthia / Vinicius
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
Livro 1 - Parte 2: Educação inclusiva: o professor mediando para a vida. De Cristiane T. Sampaio e Sônia Maria R. Sampaio.
Prezados
Pibidianos e Professores Supervisores, Este espaço está destinado às postagens
sobre a primeira parte do livro que vai da página 75 até a página 152. Bom
trabalho a todos. Abçs, Coord. de Área
RESENHA Sampaio, Cristiane T.; Sampaio, Sônia Maria R.
Educação inclusiva, o professor mediando para a vida/ Cristiane T. Sampaio; Sônia Maria R. Sampaio- Salvador : EDUFBA, 2009.
Realiza-se uma pesquisa qualitativa com o tema educação inclusiva, um tema complexo, que visa à diversidade e/ou peculiaridade das situações. Nesta não há observação prolongada dos participantes, mas existe a preocupação em pensar no ensino/aprendizagem dentro de um contexto cultural amplo. Observando pesquisas qualitativas nesta linha de pesquisa é possível notar que este tema é considerado uma forma de evolução da sociedade segundo grande parte dos docentes. Vygostsky afirma, em sua teoria sócio-histórica, que as crianças se desenvolvem através da interação com a diversidade. “O indivíduo aprende na interação com o outro, se essas crianças com deficiência ficarem só interagindo, no mesmo espaço, com crianças com as mesmas deficiências, a troca de uma com a outra vai ser muito pouco (…), ao mesmo tempo em que eu sei que o conhecimento se dá em construção, vou ter a clareza de que meu aluno com deficiência (…) também vai estar aprendendo, mas com os saltos dele em momentos diferentes (…) Quando você parte de uma concepção movida por essas questões, você inclui numa boa…” É notável que os professores reproduzam, em alguns casos, os preconceitos correntes na cultura sobre as pessoas com deficiência e não investem a atenção necessária aos estudantes com necessidades especiais por se sentirem obrigados devido a LDB, em muitos casos, os professores afirmam não estarem preparados para esse processo de inclusão. Outro problema notado é falta de interesse dos pais, pois para se obter uma educação inclusiva deve-se ter o envolvimento de toda comunidade escolar. E de fundamental importância que os discentes com necessidades especiais estejam inserido nas escolas, pois estas entre outra é responsável pela transmissão de valores para tenha uma sociedade mais humana e respeitável. Outro parâmetro a ser citado e o diagnostico médico e/ou psicológico do perfil do estudante, pois cada criança com necessidade especial possui especificidade diferente. Eles aprendem em tempos diferentes e ate possuem comportamentos diferentes. E com base no diagnóstico o professor tem como desenvolver metodologias contextualizadas para ajudar esses alunos. Outro ponto a ser citado é a importância da associação entre afetividade e cognição, especialmente nesses casos, onde existe uma dificuldade de aprendizagem tão acentuada, sendo então o caminho possível para que a escola inclusiva aconteça na prática. As autoras ainda define o que é especial e especifico, chegando a conclusão que todos temos especificidades. A educação inclusiva e um tema muito amplo, e para alcançar este nível de educação escola e sociedade precisam mudar. É necessário investimentos como infraestrutura, formação de professores, e projetos de conscientização para sociedade entre outos.
RESENHA Sampaio, Cristiane T.; Sampaio, Sônia Maria R.
Educação inclusiva, o professor mediando para a vida/ Cristiane T. Sampaio; Sônia Maria R. Sampaio- Salvador : EDUFBA, 2009.
O artigo em questão ira trabalha com uma pesquisa qualitativa com tema um complexo que é a educação inclusiva visando valorizar a buscar de significado e interpretação gerando conhecimento aplicado. Essa pesquisa visa à diversidade e/ou peculiaridade das situações. Nesta não há observação prolongada dos participantes, mas sim existe a preocupação em pensar no ensino/aprendizagem dentro de um contexto cultural amplo. E possível considera com base nas pesquisas qualitativas que a inclusão de crianças com necessidades especiais na escolas regulares e considerada por grande parte dos docentes uma forma de evolução da sociedade. Segundo Vygostsky em sua teoria sócio-historica diz que as crianças se desenvolvem através da interação com a diversidade. “O indivíduo aprende na interação com o outro, se essas crianças com deficiência ficarem só interagindo, no mesmo espaço, com crianças com as mesmas deficiências, a troca de uma com a outra vai ser muito pouco (…), ao mesmo tempo em que eu sei que o conhecimento se dá em construção, vou ter a clareza de que meu aluno com deficiência (…) também vai estar aprendendo, mas com os saltos dele em momentos diferentes (…) Quando você parte de uma concepção movida por essas questões, você inclui numa boa…” Porém os professores podem reproduzir os preconceitos correntes na cultura sobre as pessoas com deficiência e não dar a atenção necessária aos estudantes com necessidades especiais por se sentirem obrigados devido a LDB, outro problema recorrente é falta de interesse dos pais, pois para se obter uma educação inclusiva deve-se ter o envolvimento de toda comunidade escolar. Apesar de a escola terem recebido informações sobre a educação inclusiva os professores afirmam que não estão preparados para esse processo.
E de fundamental importância que os discentes com necessidades especiais estejam inserido nas escolas, pois estas entre outra é responsável pela transmissão de valores para tenha uma sociedade mais humana e respeitável. Outro parâmetro a ser citado e o diagnostico médico e/ou psicológico do perfil do estudante, pois cada criança com necessidade especial possui especificidade diferente. Eles aprendem em tempos diferentes e ate possuem comportamentos diferentes. E com base no diagnóstico o professor tem como desenvolver metodologias contextualizadas para ajudar esses alunos. Outro ponto a ser registrado e a a importância da associação entre afetividade e cognição, especialmente nesses casos, onde existe uma dificuldade de aprendizagem tão acentuada, sendo então o caminho possível para que a escola inclusiva aconteça na prática. As autoras ainda define o que é especial e especifico, chegando a conclusão que todos temos especificidades. A educação inclusiva e um tema muito amplo, e para consegui estar nesse nível à escola tem que mudar assim como a sociedade também. Tem que haver vários investimentos como infraestrutura, formação de professores, e projetos de conscientização para sociedade entre outros.
Nesta parte do livro realiza-se uma pesquisa qualitativa sobre o tema inclusão e se tirar conclusões que não são novidades a respeito que de uma forma geral há despreparo dos funcionarios a lidar com essa situação, o professor sofre com falta de tempo para lidar com esse alunos que em relaçao aos ''normais" são mais lento, porém isolando o conceito em vigor da escola é sim de forma ampla á inclusão de todas as diveridades presentes num meio social seria mais fácil tratar desse tema na sala e pratica-lo pois assim os alunos ja viriam para escola respeitando as diferenças que são encontradas na sociedade. Reflete sobre a como exerce a educação inclusiva, o primeiro passo seria colocar esses alunos na escola matriculados para se aprimorar e apropiar de conhecimentos e atraves do medico ou psicologo procurar a sua especifidade para que ela seja respeitada na maneiro do professor de transmitir o conteudo, conhecimento na sua velocidade e respeitando os seus limites. Mostra que precisamos agir, melhorar e mudar a nossa educação e para isso precisamos de uma boa adiministração pública para que possa repassar uma boa infra-estrutura, qualidade em qualificação e a material didáticos assim incluindo todos no processo educacional.
Na segunda parte, o artigo vem delineando inicialmente o método de pesquisa adotada, sendo a mesma qualitativa, utilizando-se da metodologia de estudo de caso, que busca gerar conhecimento aplicado a determinada situação ou problemática, no caso a educação inclusiva, assim a pesquisa gera varias variáveis, possibilitando um refino das teorias, o que pode, mas tarde levar a enxergar quais são os limites de generalização, antes não encontrados, pois a mesma envolve uma proposta de pensar o ensino inclusivo num contexto amplo, valorizando a opinião e os resultados obtidos com os atores sociais, ou seja, os participantes do estudo de pesquisa, mesmo que está pesquisa acaba por receber uma influência forte individual de cada ator social, o que pode dificultar a interpretação dos resultados penso eu. A pesquisa foi realizada com professoras que utilizavam o mesmo método de ensino para alunos ditos "normais" e alunos com necessidades especiais, onde na escola já havia a implantação de um projeto de inclusão denominado Super(Ação), que objetivava a formação de professores para ensinar alunos com necessidades e também sensibilizar a comunidade escolar sobre, a importância desta preocupação com como ensinar melhor e efetivamente estes discentes, visto ainda que nesta escola a um percentual de entrada de aluno de rua. As pesquisadoras observaram como as mesmas agiam com alunos que não apresentavam necessidades e com os alunos que apresentavam algum tipo de necessidade, depois da observação foram realizadas entrevistas com as docentes, a maioria delas disseram que acham importante a inclusão, pois a criança aprende e constrói o conhecimento no meio onde vive mesmo ciente de que a turma não é homogênea, e que ao final do ano as construções cognitivas de cada individuo também não serão, sendo que cada pessoa aprende de maneira diferente e em tempos distintos, principalmente o aluno com necessidade especial, que necessita de uma mediação maior do professor. Outras ainda mostraram que são professoras de alunos com necessidade, mas por uma imposição governamental, ressaltando as leis e a LDB, frisando que os alunos caíram de para quedas em suas salas e que não há a opção de recusá-los, o que acaba por ser uma relação professor/aluno, fragilizada por preconceitos históricos, que muitas delas assumem ter. Muitas delas ainda enxergam que seus conhecimentos atuais para lhe dar com alunos de necessidades especiais, não apenas ajudaram na aprendizagem de alunos especiais, mas também possibilitou uma apropriação maior e melhor de alunos que apresentavam em sala dificuldades de aprendizagem e que não possuem laudo ou nenhum tipo de necessidade especial. O mais triste e ver que muitos docentes estão se pautando em laudos e não sendo médicos, diagnosticando seus alunos, visto que os discentes não aprendem, então tem um problema clinico. Não percebendo que talvez a deficiência seja em suas capacidades de ensinar. Não temos dúvidas que a docência e uma profissão relacional e que os vínculos e afetividade, gerados entre professor e aluno, propiciam uma aula melhor, uma aprendizagem mais significativa, um esclarecimento de dúvidas sem medo de retaliações, e uma visão mais ampla do professor das necessidades de intervenção. Para a escola inclusiva acontecer, com certeza, o vinculo e a afetividade e o acompanhamento dos alunos pelos professores, contribuirá para essa inclusão, pois se aprende melhor num ambiente acolhedor e de respeito mutuo, pois conhecimento teórico do professor e importante mais não será a razão principal da aprendizagem do aluno. Portanto, a educação inclusiva necessita de uma comunidade escolar, corpo docente com vontade de fazer acontecer, além de incentivos financeiros e investimento na formação dos professores pelo governo, de uma escola com infra-estrutura que tenha acessibilidade, além de conscientização de todos os alunos que convivem com o aluno especial.
Esta parte inicia-se com uma pesquisa qualitativa de investigação de casos específicos que estuda fenômenos decorrentes em sala de aula vivenciados por professores de uma escola pública regular da rede municipal que estavam com alunos com deficiência em suas salas e que estavam empenhados nas mesmas atividades que alunos sem deficiência intelectual. É evidente a importância da inclusão para parte das professoras, elas reconhecem que os alunos com deficiência apresentam potencialidades e aptidões individuais que dificultam muitas das vezes um atendimento por parte delas individualizado, já que o avanço cognitivo do discente também é diferenciado e que isso pode gerar discriminação por parte dos colegas de classe. E na maioria dos casos a escola não proporciona condições adequadas para receber esse tipo de aluno e mesmo com a tentativa de inclui-los, esses ainda continuam excluídos, pois são atendidos em classes especiais. Existem leis que propõe e viabilizam alternativas para melhorar o ensino, mas estão longe de serem inclusivas. Os desafios são muitos. O que falta é a inserção de educação inclusiva no projeto pedagógico, levar em conta que o professor necessita de um apoio para melhor atender esse aluno e que existam recursos pedagógicos e equipamentos especiais para que seja garantida a acessibilidade. E a justificativa na maioria dos casos para o não atendimento desses alunos é despreparo dos seus professores para esse fim. Por isso o texto ressalta a formação continuada do docente que implica rever preconceitos, concepções sobre o lugar da escola e da educação e, consequentemente, analisara sua prática docente. Existe também o despreparo psicológico do professor em se deparar com situações que fogem de sua rotina e não saberem como reagir com esses tipos de acontecimentos. Afinal, o professor tem que renunciar ao ideal de homogeneidade cognitiva nas salas de aula que terminou por criar dois sistemas de ensino, o especial e o regular, e apropriar-se de outra proposta de educação. “Muda então a escola ou mudam os alunos, para se ajustarem às suas velhas exigências? Ensino especializado para todos os alunos ou ensino especial para deficientes? Professores que se aperfeiçoam para exercer suas funções, atendendo às peculiaridades de todos os alunos, ou professores especializados para ensinar aos que não aprendem e aos que não sabem ensinar?”
Considerações da parte 2: As autoras colocam a educação inclusiva como um tema complexo, isso é comprovado quando elas citam trechos de entrevistas feitas com professoras que têm alunos com necessidades especiais em suas salas de aula. Elas dizem que “a proposta de inclusão é perfeita “ e que a interação e a troca promovem um desenvolvimento maior, mas destacam também que a sociedade é preconceituosa e que possuem padrões difíceis de vencer. A proposta de “misturar” os alunos com necessidades especiais com outros alunos visa a interação e a construção do conhecimento, tendo em vista que o aprendizado se constrói a partir da troca de experiência. Pode ser que a princípio tudo pareça estranho, porque o novo e o diferente assusta, é difícil realmente adaptar-se a algo totalmente distinto do que está acostumado, mas também não se deve privar o aluno com necessidades específicas de estudar em uma escola “normal”, negar o direito que lhe é garantido por lei. As professoras entrevistadas também destacaram a falta de formação e a dificuldade em trabalhar com essas crianças. Mas a inclusão social não tem que ser feita só com os alunos com limitações, eu entendo que é um processo e que toda a escola tem que participar, e estar preparada para bem atender a todos. A educação inclusiva ao meu ver não está limitada aos alunos especiais, ela precisa abranger, o aluno reprovado e o aluno de baixa renda, por exemplo, que provavelmente passam por situações preconceituosas dentro da escola. É preciso mais atenção por parte dos governantes com a nossa educação, a educação inclusiva é uma boa proposta e embora já esteja acontecendo precisa de mais incentivo, capacitação de profissionais e adaptação da escola em geral.
O texto “Analise da Inclusão na prática” foi uma pesquisa de caráter exploratório, adotando a metodologia qualitativa, tendo como estratégia o estudo de caso, caracterizada como uma abordagem etnográfica, realizada por meio de observação e entrevista dos professores de uma escola da rede publica regular. Importante ponto que observei é que as professoras entrevistadas tinham um bom nível de conhecimento segundo as autoras e se consideravam despreparadas para lidarem com essa situação (inclusão), me imaginei nessa situação. :-) Ao ler esse texto, no inicio, já imaginei o mesmo assunto de sempre, que defende a legislação e que num sabe o que é na pratica, mas eu me enganei. As autoras argumentam o que muitos de nos defendemos, inclusive eu em muitas de nossas reuniões do PIBID, a importância do aprendizado. “[...] estas crianças ameaçam o que a escola pensa ser sua missão — ensinar, o que não ocorre tão claramente com o deficiente físico.” “[...] a importância da mediação do professor para transmissão de valores e, não apenas, de conteúdos.” Quando li esses trechos fiquei pensando em como nós, me incluindo, estamos tão “preocupados” com o ensinar o conteúdo de química e muitas vezes não percebemos que “[...] a proposta da educação inclusiva contribui para que a escola se afirme não só como o espaço para a necessária e imprescindível construção do conhecimento, mas também para o exercício da socialização e a cidadania de seus alunos.” Usei as palavras das autoras, pois elas ressumem muito bem o que muitas vezes fazemos. Sem contar quando utilizamos como desculpa o “diagnóstico” como não avanço do cognitivo dos alunos com deficiência, e às vezes queremos ate um diagnóstico também para muitos alunos que não damos conta :-). A inclusão que o texto trás é possível e passa a ser um caminho para o nosso tão sonhado sonho de ensino-aprendizado, porem deve ser quebrado o preconceito que muitos professores têm a respeito da inclusão. O texto me fez rever alguns de meus conceitos e gostaria de sair da faculdade com uma base maior para receber não somente esses alunos com necessidades especiais, mas também os com diferentes níveis de aprendizagem. Mas tenho duvida se isso será possível, levando em conta a grande preocupação com matérias exatas.
Podemos perceber a dificuldade de se incluir pessoas com necessidades especias; de acordo com os depoimentos descritos, o ato de lecionar quer seja para pessoas ditas "normais" ou com alguma dificuldade intelectual é muito complexo temos que entender a nós muito bem e aos outros e se faz necessário estar sempre em busca de conhecer mais a cada dia, precisamos ser sempre curiosos; temos que sempre entrar numa sala de aula com prazer/satisfação de estar neste ambiente como mesmo a autora cita "... entrar a fundo em uma história de vida não é possível sem emoção, sem intensidade, sem vibração..." a frase é bonita e sabemos que é difícil o dia-a-adia escolar mas acredito que todos os dias que entrar numa sala de aula com esta mentalidade logo estarei fazendo um grande trabalho e o meu bem-estar irá refletir nos alunos, nas amizades e no grupo familiar. Formação é essencial, mas o que percebo que a vontade de lesionar é muito mais impactante, assim fica claro que o bom trabalho seja responsabilidade de cada um de nós.
O texto mostra-nos uma pesquisa de âmbito qualitativo no ambiente escolar.Professoras dotadas de um amplo conhecimento não conseguem ou estão despreparadas para lidar com alunos portadores de deficiências.Isso nos faz pensar que muito mais que o conteúdo que precisamos dominar,precisamos também saber lidar com as diversidades que nos são impostas na sala de aula.Não falo somente de alunos deficientes, mas de alunos que tem uma história de vida difícil,que usam drogas e tantas outras realidades.A inclusão deve ser ampla.E o texto também relata o quão difícil é esse processo.Como já havia citado na primeira parte do livro ,os professores são muito despreparados para lidar ,neste caso,principalmente com os discentes portadores de deficiência.O fato de muitas vezes esses alunos precisarem de um tempo maior para aprender o conteúdo ou de uma atenção especial,acaba atrasando o resto da turma e os professores tendem a " largar " o barco.É necessário um preparo dos docentes para conduzir a evolução e a inclusão desses alunos,e isso só é possível na prática.É preciso investimento da escola para que haja uma parceria entre família,alunos,psicólogos,outros profissionais dependendo do tipo de deficiência,e isso é complicado porque exige compromisso,verba,disponibilidade,que é mais fácil deixar de lado e prosseguir com aquele aluno na limitação dele,sem ajudá-lo.E como lidar com o atraso dos alunos que não possuem nenhum tipo de deficiência? Também não exige mais do professor e da escola? E porque muitas vezes eles não são deixados de lado? Será que o problema é só a deficiência? Complicado....
SAMPAIO, CT., and SAMPAIO, SMR. Educação inclusiva: o professor mediando para a vida [online]. Salvador: EDUFBA, 2009, 162 p. . Breve delineamento da pesquisa Um tema complexo e novo como a educação inclusiva vem sendo adotado nas escolas, novas metodologia qualitativa, que valoriza o apresendizado, e a interação e, visando gerar conhecimentos aplicados a um contexto social. Stake (2000) afirma que o estudo de caso contribui para refinar teorias e fazer sugestões para outras investigações, assim como para ajudar a estabelecer os limites de generalização. O estudo de cada caso deve sim ser analisado, por um profissional especializado. O acompanhamento onde ocorrem interações das professoras com as crianças com e sem deficiência, tanto na sala de aula como em atividades livres, evitando assumir um papel de destaque nesse ambiente, nos atendo à observação do cotidiano escolar. “Ocorreram muitas ocasiões para a conversação corrente, elemento constitutivo da observação do participante” (Lapassade, 1996). Qualificação e problematização da inclusão no cotidiano escolar Uma professora diz… “a proposta de inclusão é perfeita, eu acho que as crianças não têm que ficar lá no seu mundinho, só tendo contato com os seus iguais. Eu acho que tem mesmo que misturar com os outros, correr, conversar, interagir porque a troca vai promover um desenvolvimento maior…”. Hoje a escolas especializadas, mas como diz o relato dessa professora, a inclusão deve ser tranquila, e coerente. Apesar de entenderem acerca da dificuldade em dar uma atenção maior aos alunos com “ritmo lento”, devido ao grande número de alunos e da diversidade de situações com que lidam na sala, aquelas que acompanharam estes alunos por um período mais prolongado constataram que sua mediação mais constante é um diferencial significativo: o desempenho da criança se modifica se elas estão próximas. Sendo um professor inclusivo As professoras utilizam a palavra vínculo para falar da relação professor aluno, algumas delas utilizando o conceito de mediação de interação, outras utilizando expressões mais ligadas à esfera da afetividade. Profissionais apresentação opiniões distintas “...Eu vejo que a escola hoje, não que ela não possa agir com a inclusão, é importante a inclusão sim, agora nem em todos os casos eu acho que é importante incluir, tem casos que a criança é muito agressiva, ela tem comportamentos que não competem a você enquanto educador, você não tem essa competência de estar lidando com aquele tipo de criança ali. “...Acho que todo professor deveria ter um B. na sala, pelo menos uma vez na vida profissional, eu estou encantada. (…) pra mim, tirando a questão cognitiva, que eu não pude ajudar muito, foi muito bom, muito bom mesmo trabalhar com B.” … se fosse perguntar se ela queria, é lógico que ela ia dizer que não queria trabalhar, mas já que elas eram alunas da sala dela, ela topou numa boa, só que precisava de uma formação…
PARTE 2 - As autoras dividiram a parte final do texto em cinco grandes temas: qualificação e problematização da inclusão no cotidiano escolar; sendo um professor inclusivo; paradoxos da inclusão; sentimentos despertados pela convivência com a deficiência e formação para a educação inclusiva. No texto as autoras relatam sobre como docentes veem a gestão da inclusão da criança com deficiência "A inclusão da criança com deficiência intelectual na escola regular é considerada, pelas professoras, como uma proposta justa, uma 'evolução da sociedade'”. Alguns dos problemas para que a educação inclusiva realmente ocorra mencionados no texto são: o grande numero de alunos nas salas de aula e uma participação efetiva da comunidade escolar, inclusive os pais. Uns dos pontos de maior relevância citados no texto é com relação a algumas políticas publicas que garante e divulgam a "educação inclusiva" como uma realidade, que verdade não existe. Uma peça publicitária do MEC veiculada na mídia, durante o período em que os dados estavam sendo coletados, foi fonte de preocupação para algumas delas; nela, a inclusão era anunciada como uma realidade, como se as escolas públicas — e os professores — já estivessem prontas para receber alunos com qualquer tipo de deficiência. De forma unânime, as professoras afirmaram que se sentem despreparadas para trabalhar com essas crianças. Atualmente educação inclusiva apresenta-se mais próximo do desejável quando o deficiente em questão é deficiente físico, a questão do deficiente mental apresenta-se como "a criança com deficiência mental é o nó de inclusão" - mesmo sendo a maior parte das deficiências. Outra questão preocupante é em relação ou diagnóstico, que muitas vezes é usado como um instrumento que tranquiliza a respeito do não progresso cognitivo dos alunos com deficiência. E abordado pelas autoras o tema "professor inclusivo" e segundo uma das professoras entrevistadas o professor também tem de ser especial, uma vez que lida com inúmeras especificidades, deve saber como lidar com os demais alunos e saber como explicar questões como "critérios de avaliação diferenciados dos colegas com deficiência para que possam entender a decisão da escola relativa à não retenção." Um ponto mencionado está relacionado com a questão do diagnóstico que deve ser para auxiliar o professor a encontrar potencialidades da criança, assim, fornecendo de uma forma mais dinâmico para seu desenvolvimento. Por fim, é apresentado: quatro eixos parecem caracterizar a postura de um professor inclusivo: valorização da singularidade do aluno e respeito a seu ritmo, ressaltando suas possibilidades, e não apenas sua deficiência; atenção ao vínculo professor-aluno; uso adequado e não estigmatizante do diagnóstico e a presença de um desejo de aprender vibrante no professor, a fim de que esteja aberto para buscar alternativas de intervenção diante da inegável dificuldade em aprender dos alunos com deficiência. E importante ressaltar que inclusão não significa homogeneizar, sendo a igualdade que se busca é o direito à diferença. "No entanto, se somos coerentes com a nossa perspectiva de valorizar a singularidade do sujeito, acreditamos que possam ocorrer casos em que o professor sinta-se tão mobilizado afetivamente ante à deficiência, devido às particularidades de sua história de vida, que mesmo uma formação adequada não seja suficiente para fazê-lo se dispor a ensinar crianças com deficiência. Entretanto, estes casos seriam exceções. A imensa maioria dos professores pode e deve se engajar nesse imenso desafio de trabalhar por uma educação (não apenas inclusiva) de melhor qualidade em nossas escolas."
A pesquisa qualitativa valoriza a busca do significado e da interpretação, visando gerar conhecimentos aplicados a um contexto particular. O conhecimento é civilizatório e necessário para que o indivíduo perceba melhor a realidade e seja mais independente dos outros, mas a instrução certamente não esgota o papel da educação. Assim, a proposta da educação inclusiva contribui para que a escola se afirme não só como o espaço para a necessária e imprescindível construção do conhecimento, mas também para o exercício da socialização e a cidadania de seus alunos. Em depoimentos relatados por professores eles ressaltam que não são apenas competências teóricas que os caracterizam preparados para acolher a diversidade dos alunos. São igualmente imprescindíveis competências afetivas e também éticas que revelem respeito ao outro. Ressaltar a importância do vínculo professor-aluno significa, portanto, realçar o lugar de destaque do professor como grande mediador da relação da criança com o conhecimento, mas também como responsável pela sua formação num sentido mais geral. Mantoan (1997) acredita que o fato de os professores tenderem a eximir a criança deficiente da responsabilidade por seus atos revela o paternalismo com que ela é tratada em classe. O desconhecimento das reais possibilidades de desenvolvimento do deficiente mental, ao lado dos preconceitos que cercam sua conceituação imprimem à educação dessas pessoas um caráter restritivo e protecionista. Um objetivo que nos parece legítimo: o diagnóstico médico ou psicológico como informações que auxiliem o professor a descobrir potencialidades da criança e, assim, contribuir de uma forma mais eficaz para seu desenvolvimento. As dificuldades e limitações precisam ser reconhecidas, mas não devem conduzir ou restringir o processo de ensino e sim incentivá-lo. A diversidade e a complexidade das relações entre fatores biológicos e psicossociais envolvidos nos quadros de deficiências justificam considerar a psicologia como um dos fundamentos indispensáveis à compreensão e à intervenção no campo da educação inclusiva. Torezan (2002), porta-voz desta posição, afirma que, só através de oportunidades para a reflexão e aprofundamento teórico baseados na problematização de sua prática, poderá ocorrer transformação do trabalho pedagógico, e consequentemente, uma ação mais flexível e mais produtiva dos professores diante da realidade da sala de aula. Para autores de orientação psicanalítica, a inclusão escolar tem a ver com a cidadania, no que eles se identificam com outros de diferentes abordagens, mas também com os efeitos que o convívio escolar traz para a constituição do sujeito, isto é, a oferta de um lugar social para essas crianças, algo próprio e legítimo do discurso escolar, que é o lugar de aluno.
A segunda parte do livro refere-se, as experiencias vivenciadas pelas professoras no decorrer das pesquisas foram levantados vários questionamentos que nos chamam atenção , como por exemplo o que nos diz respeito ao diagnostico e as relações entre professor- aluno e alunos com e sem deficiência. Através da pesquisa pode -se constatar que tanto o diagnóstico médico como o do psicologo é importante saber qual o problema que o aluno tem, mas não o professor se acomodar com o resultado presente no laudo e limitar o educando ao que ele pode fazer. O laudo irá auxiliar o educador a explorar as potencialidades, e ou as habilidades que o aluno com deficiência apresenta. Um outro ponto de grande relevância é a relação professor -aluno com deficiência, onde se esclarece através do vinculo, em que o professor realça o seu lugar de destaque, como um grande mediador da relação da criança com o conhecimento e também responsável pela a sua formação no sentido geral. As relações entre os alunos com e sem deficiência, é de grande importância para o processo de socialização de ambas as partes, pois a criança com deficiência terá mais possibilidade de interagir com o meio, e a criança "normal" irá desenvolver outros sentimentos importantes para a vivencia, como o respeito, solidariedade e principalmente o companheirismo entre as partes. Em contra partida, a tudo que foi dito, se a escola como um todo não estiver preparada para receber estas crianças, poderá trazer mais problemas ao educando. Uma professora que fez parte do processo da pesquisa, afirma ainda que a inclusão deve existir,mas deve -se fazer uma "seleção" para escolher aqueles que podem aprender e tirando principalmente os agressivos que são mais dificies de lidar. Logo nos deparamos com o despreparo dos profissionais,isso nos faz pensar na seguinte situação, incluir por incluir, será que é o correto? A educação inclusiva é extremamente importante, mas deve ser repensada e ter mais incentivos governamentais para se adquirir exito, nas propostas que a educação inclusiva preconiza.
Livro 1 O livro expõe um assunto muito polêmico,que é a inclusão de crianças com deficiência intelectual nas escolas públicas de ensino fundamental. A inclusão é de fundamental importância para as crianças e seus familiares.Porém a realidade encontrada nas escolas esta muito longe de ser a ideal. Faltam profissionais para assisti-los e quando tem esses profissionais, eles não tem o preparo necessário para auxiliar no desenvolvimento do discente. Na pesquisa realizada, apesar de todas as dificuldades alguns professores mostraram apoio a inclusão em seus relatos. [… a proposta de inclusão é perfeita, eu acho que as crianças não têm que ficar lá no seu mundinho, só tendo contato com os seus iguais. Eu acho que tem mesmo que misturar com os outros, correr, conversar, interagir porque a troca vai promover um desenvolvimento maior...] Outros deixam claro a imposição para tal aceitação: [Essa proposta de inclusão também veio com a LDB e caiu de pára-quedas pra nós. Porque antes, quando você recebia um aluno especial ele era encaminhado para uma escola específica pra isso. Com a nova lei, você fica assim,‘proibido’ de recusar esse aluno.] Contudo, o reconhecimento dos benefícios da escola inclusiva para a criança com deficiência em termo de socialização e autonomia é quase uma unanimidade nos relatos. O dialogo sobre o tema é de fundamental importância, uma vez que na pesquisa, os professores falaram muito em medo. O medo do novo, do desconhecido. E uma vez que o assunto é socializado, as experiências são trocadas, a visão sobre o assunto muda e consequentemente a aceitação e forma de lhe dar fica favorecida.
O tema sobre inclusão tem dado muita polêmica no sistema educacional brasileiro devido à complexidade de fatores a serem revistos para sua implantação. É necessária uma extensa reorganização escolar, na qual se destaca a formação do professor. Tal perspectiva nos faz pensar na formação de professores e de como essa iniciativa poderia facilitar a entrada e permanência das crianças com necessidades especiais em escolas regulares. Esta pesquisa teve por objetivo descrever e analisar a interação social entre os professores de uma escola pública regular da rede municipal que mantém alunos com e sem deficiência, engajados nas mesmas atividades. Falam como o diagnóstico é importante para o professor, até pra ele saber de onde começar, o que buscar, e ajudar na qualidade de vida das crianças. Os professores falam dos sentimentos vivenciados na convivência com a criança com deficiência e as reflexões pessoais que esta experiência lhes suscitou. Na pesquisa, os professores falam de despreparo para trabalharem junto às crianças com necessidades especiais. Eles afirmam que não tiveram, em sua formação acadêmica, o preparo adequado que os capacite a lidar com a diversidade e isso gera intenso sofrimento, pois ensinar crianças com limitações exige conhecimento, competência e habilidade para que o processo inclusivo seja efetivado. Os resultados apontam para um discurso frente à inclusão: ora as participantes apontam seus benefícios, reconhecem sua pertinência educativa e social, falam de estratégias pedagógicas que valorizam a singularidade dos alunos; ora demonstram dúvidas e resistências, deixando claro seu incômodo diante da deficiência, principalmente diante de um comprometimento mais severo. Um professor inclusivo precisa ter conhecimento bem construído em sua área de atuação, além de manter-se em permanente atualização, considerando o ritmo acelerado do conhecimento humano em geral. Buscar informações e aprender a selecioná-las são novas habilidades que o professor não pode deixar de desenvolver. Ser um eterno aprendiz, garante ao professor a possibilidade de colocar-se na posição de aprendente e, portanto, do aluno. Estar em contato com seu modo de aprender, com sua singularidade, pode dar ao professor melhor acolhimento e compreensão das singularidades de seus alunos e do processo de aprendizagem. Pois a inclusão deve continuar a crescer e as redes precisam estar prontas para receber bem esses estudantes com ações que vão da melhoria dos espaços físicos à mobilização da comunidade escolar. Quando conversamos sobre o ensino para alunos especiais, a primeira barreira que devemos vencer é a do desconhecimento. Cabe ao professor: pesquisar, ler, refletir, experimentar, errar e novamente recomeçar. Esse caminho só faz sentido se realizado com amor. Acreditando no que se está fazendo, não pelo simples fazer, mas consciente de que se está trabalhando o aluno como ser individual e capaz de aprender. As experiências têm demonstrado que o melhor caminho para efetivar a inclusão é incentivar o engajamento de toda a comunidade escolar. Ou seja, muitos são os professores que não aceitam a ideia da inclusão em suas escolas e salas de aula porque não se sentem preparados para receber tais alunos. O que vemos são professores com a função de educar, mas que se encontram perdidos e amedrontados por essa “nova” visão educacional, onde a nota não é o mais importante. O princípio fundamental da escola inclusiva é o de que todas as crianças devem aprender juntas, sempre que possível, independentemente de quaisquer dificuldades e ou diferenças que elas possam ter. Escolas inclusivas devem reconhecer e responder às necessidades diversas de seus alunos, acomodando ambos os estilos e ritmos de aprendizagem, assegurando uma educação de qualidade a todos, por meio de um currículo apropriado, arranjos organizacionais, estratégias de ensino e uso de recursos diferenciados.
Essa segunda parte do livro me chamou a atenção sobre a pequisa , que relata o que já sabíamos ; O despreparo de muitos de nós profissionais frente a inclusão nas escolas , outro ponto que me chama atenção são as concepções de Vygotsky comprovando a importância de incluir . A obra de Vygotsky, traz importantes contribuições para a educação e nos faz repensar o quanto é realmente necessária a inclusão social , na medida em que o desenvolvimento do sujeito humano se dá a partir das constantes interações com o meio social , a teoria desse autor atribui grande valor á pessoas desse meio. Assim ´o desenvolvimento do psiquismo , delimita e atribui significados á realidade Outra concepção original dese autor é a zona de desenvolvimento proximal , que mais uma vez vem a comprovar o quanto é necessária a interação de uma criança especial com outras crianças normais , permitindo delinear o futuro imediato dessa criança especial ao seu estado dinâmico de desenvolvimento , propiciando o acesso não somente ao que já atingiu no seu processo de aprendizagem ., como também aquilo que ainda está em processo de maturação. Não tenho dúvidas do quanto é importante essa interação de crianças especiais com outras crianças normais , e nessa relação ambos serão favorecidas , trocando experiências de seus mundos e todas as diversidades que eles apresentam , quebrando a barreira do preconceito , medo do desconhecido , aprende-se portanto a respeitar o diferente . Para nós professores , percebo que estamos rumo ao desenvolvimento da inclusão , pelo menos é o vejo na minha realidade , ainda assim faltam muitas questões a serem melhoradas , a principal ,é a vontade de fazer a inclusão acontecer , não apenas aceitar por quê esse aluno está na minha aula , mas sim tentar alcança -lo , apresentando para ele metodologias diferenciadas , levando -o ao desenvolvimento da aprendizagem no seu tempo , da maneira dele, não é ´fácil incluir , mas temos que tentar , mesmo com erros , despreparos , sem financiamento de formações , ainda assim precisamos tentar incluir socialmente nossos especiais.
Essa segunda parte do livro me chamou a atenção sobre a pequisa , que relata o que já sabíamos ; O despreparo de muitos de nós profissionais frente a inclusão nas escolas , outro ponto que me chama atenção são as concepções de Vygotsky comprovando a importância de incluir . A obra de Vygotsky, traz importantes contribuições para a educação e nos faz repensar o quanto é realmente necessária a inclusão social , na medida em que o desenvolvimento do sujeito humano se dá a partir das constantes interações com o meio social , a teoria desse autor atribui grande valor á pessoas desse meio. Assim ´o desenvolvimento do psiquismo , delimita e atribui significados á realidade Outra concepção original dese autor é a zona de desenvolvimento proximal , que mais uma vez vem a comprovar o quanto é necessária a interação de uma criança especial com outras crianças normais , permitindo delinear o futuro imediato dessa criança especial ao seu estado dinâmico de desenvolvimento , propiciando o acesso não somente ao que já atingiu no seu processo de aprendizagem ., como também aquilo que ainda está em processo de maturação. Não tenho dúvidas do quanto é importante essa interação de crianças especiais com outras crianças normais , e nessa relação ambos serão favorecidas , trocando experiências de seus mundos e todas as diversidades que eles apresentam , quebrando a barreira do preconceito , medo do desconhecido , aprende-se portanto a respeitar o diferente . Para nós professores , percebo que estamos rumo ao desenvolvimento da inclusão , pelo menos é o vejo na minha realidade , ainda assim faltam muitas questões a serem melhoradas , a principal ,é a vontade de fazer a inclusão acontecer , não apenas aceitar por quê esse aluno está na minha aula , mas sim tentar alcança -lo , apresentando para ele metodologias diferenciadas , levando -o ao desenvolvimento da aprendizagem no seu tempo , da maneira dele, não é ´fácil incluir , mas temos que tentar , mesmo com erros , despreparos , sem financiamento de formações , ainda assim precisamos tentar incluir socialmente nossos especiais.
A inclusão da criança com deficiencia intelectual na escola regular é considerada pelas professoras como uma proposta justa de evolução na sociedade: um ponto importante ressaltado foi que é importante que toda a comunidade escolar inclusive os pais estarem evolvidos na inclusão, porém são confrontos tendo no seu dia-a-dia alguns apresentam ritmos e comportamentos variados. De forma unânime as professoras declararam que se sentem despreparadas para trabalhar com as crianças.
A inclusão da criança com deficiencia intelectual na escola regular é considerada pelas professoras como uma proposta justa de evolução na sociedade: um ponto importante ressaltado foi que é importante que toda a comunidade escolar inclusive os pais estarem evolvidos na inclusão, porém são confrontos tendo no seu dia-a-dia alguns apresentam ritmos e comportamentos variados. De forma unânime as professoras declararam que se sentem despreparadas para trabalhar com as crianças.
RESENHA
ResponderExcluirSampaio, Cristiane T.; Sampaio, Sônia Maria R.
Educação inclusiva, o professor mediando para a vida/ Cristiane T. Sampaio; Sônia Maria R. Sampaio- Salvador : EDUFBA, 2009.
Realiza-se uma pesquisa qualitativa com o tema educação inclusiva, um tema complexo, que visa à diversidade e/ou peculiaridade das situações. Nesta não há observação prolongada dos participantes, mas existe a preocupação em pensar no ensino/aprendizagem dentro de um contexto cultural amplo. Observando pesquisas qualitativas nesta linha de pesquisa é possível notar que este tema é considerado uma forma de evolução da sociedade segundo grande parte dos docentes.
Vygostsky afirma, em sua teoria sócio-histórica, que as crianças se desenvolvem através da interação com a diversidade.
“O indivíduo aprende na interação com o outro, se essas crianças com deficiência ficarem só interagindo, no mesmo espaço, com crianças com as mesmas deficiências, a troca de uma com a outra vai ser muito pouco (…), ao mesmo tempo em que eu sei que o conhecimento se dá em construção, vou ter a clareza de que meu aluno com deficiência (…) também vai estar aprendendo,
mas com os saltos dele em momentos diferentes (…) Quando você parte de uma concepção movida por essas questões, você inclui numa boa…”
É notável que os professores reproduzam, em alguns casos, os preconceitos correntes na cultura sobre as pessoas com deficiência e não investem a atenção necessária aos estudantes com necessidades especiais por se sentirem obrigados devido a LDB, em muitos casos, os professores afirmam não estarem preparados para esse processo de inclusão. Outro problema notado é falta de interesse dos pais, pois para se obter uma educação inclusiva deve-se ter o envolvimento de toda comunidade escolar.
E de fundamental importância que os discentes com necessidades especiais estejam inserido nas escolas, pois estas entre outra é responsável pela transmissão de valores para tenha uma sociedade mais humana e respeitável.
Outro parâmetro a ser citado e o diagnostico médico e/ou psicológico do perfil do estudante, pois cada criança com necessidade especial possui especificidade diferente. Eles aprendem em tempos diferentes e ate possuem comportamentos diferentes. E com base no diagnóstico o professor tem como desenvolver metodologias contextualizadas para ajudar esses alunos.
Outro ponto a ser citado é a importância da associação entre afetividade e cognição, especialmente nesses casos, onde existe uma dificuldade de aprendizagem tão acentuada, sendo então o caminho possível para que a escola inclusiva aconteça na prática. As autoras ainda define o que é especial e especifico, chegando a conclusão que todos temos especificidades.
A educação inclusiva e um tema muito amplo, e para alcançar este nível de educação escola e sociedade precisam mudar. É necessário investimentos como infraestrutura, formação de professores, e projetos de conscientização para sociedade entre outos.
RESENHA
ResponderExcluirSampaio, Cristiane T.; Sampaio, Sônia Maria R.
Educação inclusiva, o professor mediando para a vida/ Cristiane T. Sampaio; Sônia Maria R. Sampaio- Salvador : EDUFBA, 2009.
O artigo em questão ira trabalha com uma pesquisa qualitativa com tema um complexo que é a educação inclusiva visando valorizar a buscar de significado e interpretação gerando conhecimento aplicado.
Essa pesquisa visa à diversidade e/ou peculiaridade das situações. Nesta não há observação prolongada dos participantes, mas sim existe a preocupação em pensar no ensino/aprendizagem dentro de um contexto cultural amplo.
E possível considera com base nas pesquisas qualitativas que a inclusão de crianças com necessidades especiais na escolas regulares e considerada por grande parte dos docentes uma forma de evolução da sociedade.
Segundo Vygostsky em sua teoria sócio-historica diz que as crianças se desenvolvem através da interação com a diversidade.
“O indivíduo aprende na interação com o outro, se essas crianças com deficiência ficarem só interagindo, no mesmo espaço, com crianças com as mesmas deficiências, a troca de uma com a outra vai ser muito pouco (…), ao mesmo tempo em que eu sei que o conhecimento se dá em construção, vou ter a clareza de que meu aluno com deficiência (…) também vai estar aprendendo,
mas com os saltos dele em momentos diferentes (…) Quando você parte de uma concepção movida por essas questões, você inclui numa boa…”
Porém os professores podem reproduzir os preconceitos correntes na cultura sobre as pessoas com deficiência e não dar a atenção necessária aos estudantes com necessidades especiais por se sentirem obrigados devido a LDB, outro problema recorrente é falta de interesse dos pais, pois para se obter uma educação inclusiva deve-se ter o envolvimento de toda comunidade escolar.
Apesar de a escola terem recebido informações sobre a educação inclusiva os professores afirmam que não estão preparados para esse processo.
E de fundamental importância que os discentes com necessidades especiais estejam inserido nas escolas, pois estas entre outra é responsável pela transmissão de valores para tenha uma sociedade mais humana e respeitável.
Outro parâmetro a ser citado e o diagnostico médico e/ou psicológico do perfil do estudante, pois cada criança com necessidade especial possui especificidade diferente. Eles aprendem em tempos diferentes e ate possuem comportamentos diferentes. E com base no diagnóstico o professor tem como desenvolver metodologias contextualizadas para ajudar esses alunos.
Outro ponto a ser registrado e a a importância da associação entre afetividade e cognição, especialmente nesses casos, onde existe uma dificuldade de aprendizagem tão acentuada, sendo então o caminho possível para que a escola inclusiva aconteça na prática. As autoras ainda define o que é especial e especifico, chegando a conclusão que todos temos especificidades.
A educação inclusiva e um tema muito amplo, e para consegui estar nesse nível à escola tem que mudar assim como a sociedade também. Tem que haver vários investimentos como infraestrutura, formação de professores, e projetos de conscientização para sociedade entre outros.
Nesta parte do livro realiza-se uma pesquisa qualitativa sobre o tema
ResponderExcluirinclusão e se tirar conclusões que não são novidades a respeito que de uma forma geral há despreparo dos funcionarios a lidar com essa situação, o professor sofre com falta de tempo para lidar com esse alunos que em relaçao aos ''normais" são mais lento, porém isolando o conceito em vigor da escola é sim de forma ampla á inclusão de todas as diveridades presentes num meio social seria mais fácil tratar desse tema na sala e pratica-lo pois assim os alunos ja viriam para escola respeitando as diferenças que são encontradas na sociedade.
Reflete sobre a como exerce a educação inclusiva, o primeiro passo seria colocar esses alunos na escola matriculados para se aprimorar e apropiar de conhecimentos e atraves do medico ou psicologo procurar a sua especifidade para que ela seja respeitada na maneiro do professor de transmitir o conteudo, conhecimento na sua velocidade e respeitando os seus limites.
Mostra que precisamos agir, melhorar e mudar a nossa educação e para isso precisamos de uma boa adiministração pública para que possa repassar uma boa infra-estrutura, qualidade em qualificação e a material didáticos assim incluindo todos no processo educacional.
Na segunda parte, o artigo vem delineando inicialmente o método de pesquisa adotada, sendo a mesma qualitativa, utilizando-se da metodologia de estudo de caso, que busca gerar conhecimento aplicado a determinada situação ou problemática, no caso a educação inclusiva, assim a pesquisa gera varias variáveis, possibilitando um refino das teorias, o que pode, mas tarde levar a enxergar quais são os limites de generalização, antes não encontrados, pois a mesma envolve uma proposta de pensar o ensino inclusivo num contexto amplo, valorizando a opinião e os resultados obtidos com os atores sociais, ou seja, os participantes do estudo de pesquisa, mesmo que está pesquisa acaba por receber uma influência forte individual de cada ator social, o que pode dificultar a interpretação dos resultados penso eu.
ResponderExcluirA pesquisa foi realizada com professoras que utilizavam o mesmo método de ensino para alunos ditos "normais" e alunos com necessidades especiais, onde na escola já havia a implantação de um projeto de inclusão denominado Super(Ação), que objetivava a formação de professores para ensinar alunos com necessidades e também sensibilizar a comunidade escolar sobre, a importância desta preocupação com como ensinar melhor e efetivamente estes discentes, visto ainda que nesta escola a um percentual de entrada de aluno de rua.
As pesquisadoras observaram como as mesmas agiam com alunos que não apresentavam necessidades e com os alunos que apresentavam algum tipo de necessidade, depois da observação foram realizadas entrevistas com as docentes, a maioria delas disseram que acham importante a inclusão, pois a criança aprende e constrói o conhecimento no meio onde vive mesmo ciente de que a turma não é homogênea, e que ao final do ano as construções cognitivas de cada individuo também não serão, sendo que cada pessoa aprende de maneira diferente e em tempos distintos, principalmente o aluno com necessidade especial, que necessita de uma mediação maior do professor. Outras ainda mostraram que são professoras de alunos com necessidade, mas por uma imposição governamental, ressaltando as leis e a LDB, frisando que os alunos caíram de para quedas em suas salas e que não há a opção de recusá-los, o que acaba por ser uma relação professor/aluno, fragilizada por preconceitos históricos, que muitas delas assumem ter. Muitas delas ainda enxergam que seus conhecimentos atuais para lhe dar com alunos de necessidades especiais, não apenas ajudaram na aprendizagem de alunos especiais, mas também possibilitou uma apropriação maior e melhor de alunos que apresentavam em sala dificuldades de aprendizagem e que não possuem laudo ou nenhum tipo de necessidade especial.
O mais triste e ver que muitos docentes estão se pautando em laudos e não sendo médicos, diagnosticando seus alunos, visto que os discentes não aprendem, então tem um problema clinico. Não percebendo que talvez a deficiência seja em suas capacidades de ensinar.
Não temos dúvidas que a docência e uma profissão relacional e que os vínculos e afetividade, gerados entre professor e aluno, propiciam uma aula melhor, uma aprendizagem mais significativa, um esclarecimento de dúvidas sem medo de retaliações, e uma visão mais ampla do professor das necessidades de intervenção. Para a escola inclusiva acontecer, com certeza, o vinculo e a afetividade e o acompanhamento dos alunos pelos professores, contribuirá para essa inclusão, pois se aprende melhor num ambiente acolhedor e de respeito mutuo, pois conhecimento teórico do professor e importante mais não será a razão principal da aprendizagem do aluno.
Portanto, a educação inclusiva necessita de uma comunidade escolar, corpo docente com vontade de fazer acontecer, além de incentivos financeiros e investimento na formação dos professores pelo governo, de uma escola com infra-estrutura que tenha acessibilidade, além de conscientização de todos os alunos que convivem com o aluno especial.
Esta parte inicia-se com uma pesquisa qualitativa de investigação de casos específicos que estuda fenômenos decorrentes em sala de aula vivenciados por professores de uma escola pública regular da rede municipal que estavam com alunos com deficiência em suas salas e que estavam empenhados nas mesmas atividades que alunos sem deficiência intelectual.
ResponderExcluirÉ evidente a importância da inclusão para parte das professoras, elas reconhecem que os alunos com deficiência apresentam potencialidades e aptidões individuais que dificultam muitas das vezes um atendimento por parte delas individualizado, já que o avanço cognitivo do discente também é diferenciado e que isso pode gerar discriminação por parte dos colegas de classe. E na maioria dos casos a escola não proporciona condições adequadas para receber esse tipo de aluno e mesmo com a tentativa de inclui-los, esses ainda continuam excluídos, pois são atendidos em classes especiais. Existem leis que propõe e viabilizam alternativas para melhorar o ensino, mas estão longe de serem inclusivas. Os desafios são muitos. O que falta é a inserção de educação inclusiva no projeto pedagógico, levar em conta que o professor necessita de um apoio para melhor atender esse aluno e que existam recursos pedagógicos e equipamentos especiais para que seja garantida a acessibilidade.
E a justificativa na maioria dos casos para o não atendimento desses alunos é despreparo dos seus professores para esse fim. Por isso o texto ressalta a formação continuada do docente que implica rever preconceitos, concepções sobre o lugar da escola e da educação e, consequentemente, analisara sua prática docente. Existe também o despreparo psicológico do professor em se deparar com situações que fogem de sua rotina e não saberem como reagir com esses tipos de acontecimentos.
Afinal, o professor tem que renunciar ao ideal de homogeneidade cognitiva nas salas de aula que terminou por criar dois sistemas de ensino, o especial e o regular, e apropriar-se de outra proposta de educação.
“Muda então a escola ou mudam os alunos, para se ajustarem às suas velhas exigências? Ensino especializado para todos os alunos ou ensino especial para deficientes? Professores que se aperfeiçoam para exercer suas funções, atendendo às peculiaridades de todos os alunos, ou professores especializados para ensinar aos que não aprendem e aos que não sabem ensinar?”
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ResponderExcluirConsiderações da parte 2:
ResponderExcluirAs autoras colocam a educação inclusiva como um tema complexo, isso é comprovado quando elas citam trechos de entrevistas feitas com professoras que têm alunos com necessidades especiais em suas salas de aula. Elas dizem que “a proposta de inclusão é perfeita “ e que a interação e a troca promovem um desenvolvimento maior, mas destacam também que a sociedade é preconceituosa e que possuem padrões difíceis de vencer.
A proposta de “misturar” os alunos com necessidades especiais com outros alunos visa a interação e a construção do conhecimento, tendo em vista que o aprendizado se constrói a partir da troca de experiência. Pode ser que a princípio tudo pareça estranho, porque o novo e o diferente assusta, é difícil realmente adaptar-se a algo totalmente distinto do que está acostumado, mas também não se deve privar o aluno com necessidades específicas de estudar em uma escola “normal”, negar o direito que lhe é garantido por lei.
As professoras entrevistadas também destacaram a falta de formação e a dificuldade em trabalhar com essas crianças. Mas a inclusão social não tem que ser feita só com os alunos com limitações, eu entendo que é um processo e que toda a escola tem que participar, e estar preparada para bem atender a todos. A educação inclusiva ao meu ver não está limitada aos alunos especiais, ela precisa abranger, o aluno reprovado e o aluno de baixa renda, por exemplo, que provavelmente passam por situações preconceituosas dentro da escola.
É preciso mais atenção por parte dos governantes com a nossa educação, a educação inclusiva é uma boa proposta e embora já esteja acontecendo precisa de mais incentivo, capacitação de profissionais e adaptação da escola em geral.
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ResponderExcluirO texto “Analise da Inclusão na prática” foi uma pesquisa de caráter exploratório, adotando a metodologia qualitativa, tendo como estratégia o estudo de caso, caracterizada como uma abordagem etnográfica, realizada por meio de observação e entrevista dos professores de uma escola da rede publica regular.
ResponderExcluirImportante ponto que observei é que as professoras entrevistadas tinham um bom nível de conhecimento segundo as autoras e se consideravam despreparadas para lidarem com essa situação (inclusão), me imaginei nessa situação. :-)
Ao ler esse texto, no inicio, já imaginei o mesmo assunto de sempre, que defende a legislação e que num sabe o que é na pratica, mas eu me enganei. As autoras argumentam o que muitos de nos defendemos, inclusive eu em muitas de nossas reuniões do PIBID, a importância do aprendizado. “[...] estas crianças ameaçam o que a escola pensa ser sua missão — ensinar, o que não ocorre tão claramente com o deficiente físico.” “[...] a importância da mediação do professor para transmissão de valores e, não apenas, de conteúdos.” Quando li esses trechos fiquei pensando em como nós, me incluindo, estamos tão “preocupados” com o ensinar o conteúdo de química e muitas vezes não percebemos que “[...] a proposta da educação inclusiva contribui para que a escola se afirme não só como o espaço para a necessária e imprescindível construção do conhecimento, mas também para o exercício da socialização e a cidadania de seus alunos.” Usei as palavras das autoras, pois elas ressumem muito bem o que muitas vezes fazemos. Sem contar quando utilizamos como desculpa o “diagnóstico” como não avanço do cognitivo dos alunos com deficiência, e às vezes queremos ate um diagnóstico também para muitos alunos que não damos conta :-).
A inclusão que o texto trás é possível e passa a ser um caminho para o nosso tão sonhado sonho de ensino-aprendizado, porem deve ser quebrado o preconceito que muitos professores têm a respeito da inclusão.
O texto me fez rever alguns de meus conceitos e gostaria de sair da faculdade com uma base maior para receber não somente esses alunos com necessidades especiais, mas também os com diferentes níveis de aprendizagem. Mas tenho duvida se isso será possível, levando em conta a grande preocupação com matérias exatas.
Sandra
Podemos perceber a dificuldade de se incluir pessoas com necessidades especias; de acordo com os depoimentos descritos, o ato de lecionar quer seja para pessoas ditas "normais" ou com alguma dificuldade intelectual é muito complexo temos que entender a nós muito bem e aos outros e se faz necessário estar sempre em busca de conhecer mais a cada dia, precisamos ser sempre curiosos; temos que sempre entrar numa sala de aula com prazer/satisfação de estar neste ambiente como mesmo a autora cita "... entrar a fundo em uma história de vida não é possível sem emoção, sem intensidade, sem vibração..." a frase é bonita e sabemos que é difícil o dia-a-adia escolar mas acredito que todos os dias que entrar numa sala de aula com esta mentalidade logo estarei fazendo um grande trabalho e o meu bem-estar irá refletir nos alunos, nas amizades e no grupo familiar.
ResponderExcluirFormação é essencial, mas o que percebo que a vontade de lesionar é muito mais impactante, assim fica claro que o bom trabalho seja responsabilidade de cada um de nós.
O texto mostra-nos uma pesquisa de âmbito qualitativo no ambiente escolar.Professoras dotadas de um amplo conhecimento não conseguem ou estão despreparadas para lidar com alunos portadores de deficiências.Isso nos faz pensar que muito mais que o conteúdo que precisamos dominar,precisamos também saber lidar com as diversidades que nos são impostas na sala de aula.Não falo somente de alunos deficientes, mas de alunos que tem uma história de vida difícil,que usam drogas e tantas outras realidades.A inclusão deve ser ampla.E o texto também relata o quão difícil é esse processo.Como já havia citado na primeira parte do livro ,os professores são muito despreparados para lidar ,neste caso,principalmente com os discentes portadores de deficiência.O fato de muitas vezes esses alunos precisarem de um tempo maior para aprender o conteúdo ou de uma atenção especial,acaba atrasando o resto da turma e os professores tendem a " largar " o barco.É necessário um preparo dos docentes para conduzir a evolução e a inclusão desses alunos,e isso só é possível na prática.É preciso investimento da escola para que haja uma parceria entre família,alunos,psicólogos,outros profissionais dependendo do tipo de deficiência,e isso é complicado porque exige compromisso,verba,disponibilidade,que é mais fácil deixar de lado e prosseguir com aquele aluno na limitação dele,sem ajudá-lo.E como lidar com o atraso dos alunos que não possuem nenhum tipo de deficiência? Também não exige mais do professor e da escola? E porque muitas vezes eles não são deixados de lado? Será que o problema é só a deficiência? Complicado....
ResponderExcluirTailla Conti Bergamini
SAMPAIO, CT., and SAMPAIO, SMR. Educação inclusiva: o professor mediando para a vida [online]. Salvador: EDUFBA, 2009, 162 p. .
ResponderExcluirBreve delineamento da pesquisa
Um tema complexo e novo como a educação inclusiva vem sendo adotado nas escolas, novas metodologia qualitativa, que valoriza o apresendizado, e a interação e, visando gerar conhecimentos aplicados a um contexto social. Stake (2000) afirma que o estudo de caso contribui para refinar teorias e fazer sugestões para outras investigações, assim como para ajudar a estabelecer os limites de generalização. O estudo de cada caso deve sim ser analisado, por um profissional especializado.
O acompanhamento onde ocorrem interações das professoras com as crianças com e sem deficiência, tanto na sala de aula como em atividades livres, evitando assumir um papel de destaque nesse ambiente, nos atendo à observação do cotidiano escolar. “Ocorreram muitas ocasiões para a conversação corrente, elemento constitutivo da observação do participante” (Lapassade, 1996).
Qualificação e problematização da inclusão no cotidiano escolar
Uma professora diz… “a proposta de inclusão é perfeita, eu acho que as crianças não têm que ficar lá no seu mundinho, só tendo contato com os seus iguais. Eu acho que tem mesmo que misturar com os outros, correr, conversar, interagir porque a troca vai promover um desenvolvimento maior…”. Hoje a escolas especializadas, mas como diz o relato dessa professora, a inclusão deve ser tranquila, e coerente. Apesar de entenderem acerca da dificuldade em dar uma atenção maior aos alunos com “ritmo lento”, devido ao grande número de alunos e da diversidade de situações com que lidam na sala, aquelas que acompanharam estes alunos por um período mais prolongado constataram que sua mediação mais constante é um diferencial significativo: o desempenho da criança se modifica se elas estão próximas.
Sendo um professor inclusivo
As professoras utilizam a palavra vínculo para falar da relação professor aluno, algumas delas utilizando o conceito de mediação de interação, outras utilizando expressões mais ligadas à esfera da afetividade.
Profissionais apresentação opiniões distintas “...Eu vejo que a escola hoje, não que ela não possa agir com a inclusão, é importante a inclusão sim, agora nem em todos os casos eu acho que é importante incluir, tem casos que a criança é muito agressiva, ela tem comportamentos que não competem a você enquanto educador, você não tem essa competência de estar lidando com aquele tipo de criança ali.
“...Acho que todo professor deveria ter um B. na sala, pelo menos uma vez na vida profissional, eu estou encantada. (…) pra mim, tirando a questão cognitiva, que eu não pude ajudar muito, foi muito bom, muito bom mesmo trabalhar com B.”
… se fosse perguntar se ela queria, é lógico que ela ia dizer que não queria trabalhar, mas já que elas eram alunas da sala dela, ela topou numa boa, só que precisava de uma formação…
Amanda G. Camargo
PARTE 2 - As autoras dividiram a parte final do texto em cinco grandes temas: qualificação e problematização da inclusão no cotidiano escolar; sendo um professor inclusivo; paradoxos da inclusão; sentimentos despertados pela convivência com a deficiência e formação para a educação inclusiva.
ResponderExcluirNo texto as autoras relatam sobre como docentes veem a gestão da inclusão da criança com deficiência "A inclusão da criança com deficiência intelectual na escola regular é considerada, pelas professoras, como uma proposta justa, uma 'evolução da sociedade'”. Alguns dos problemas para que a educação inclusiva realmente ocorra mencionados no texto são: o grande numero de alunos nas salas de aula e uma participação efetiva da comunidade escolar, inclusive os pais.
Uns dos pontos de maior relevância citados no texto é com relação a algumas políticas publicas que garante e divulgam a "educação inclusiva" como uma realidade, que verdade não existe.
Uma peça publicitária do MEC veiculada na mídia, durante o período em que os dados estavam sendo coletados, foi fonte de preocupação para algumas delas; nela, a inclusão era anunciada como uma realidade, como se as escolas públicas — e os professores — já estivessem prontas para receber alunos com qualquer tipo de deficiência. De forma unânime, as professoras afirmaram que se sentem despreparadas para trabalhar com essas crianças.
Atualmente educação inclusiva apresenta-se mais próximo do desejável quando o deficiente em questão é deficiente físico, a questão do deficiente mental apresenta-se como "a criança com deficiência mental é o nó de inclusão" - mesmo sendo a maior parte das deficiências.
Outra questão preocupante é em relação ou diagnóstico, que muitas vezes é usado como um instrumento que tranquiliza a respeito do não progresso cognitivo dos alunos com deficiência.
E abordado pelas autoras o tema "professor inclusivo" e segundo uma das professoras entrevistadas o professor também tem de ser especial, uma vez que lida com inúmeras especificidades, deve saber como lidar com os demais alunos e saber como explicar questões como "critérios de avaliação diferenciados dos colegas com deficiência para que possam entender a decisão da escola relativa à não retenção."
Um ponto mencionado está relacionado com a questão do diagnóstico que deve ser para auxiliar o professor a encontrar potencialidades da criança, assim, fornecendo de uma forma mais dinâmico para seu desenvolvimento. Por fim, é apresentado:
quatro eixos parecem caracterizar a postura de um professor inclusivo: valorização da singularidade do aluno e respeito a seu ritmo, ressaltando suas possibilidades, e não apenas sua deficiência; atenção ao vínculo professor-aluno; uso adequado e não estigmatizante do diagnóstico e a presença de um desejo de aprender vibrante no professor, a fim de que esteja aberto para buscar alternativas de intervenção diante da inegável dificuldade em aprender dos alunos com deficiência.
E importante ressaltar que inclusão não significa homogeneizar, sendo a igualdade que se busca é o direito à diferença. "No entanto, se somos coerentes com a nossa perspectiva de valorizar a singularidade do sujeito, acreditamos que possam ocorrer casos em que o professor sinta-se tão mobilizado afetivamente ante à deficiência, devido às particularidades de sua história de vida, que mesmo uma formação adequada não seja suficiente para fazê-lo se dispor a ensinar crianças com deficiência. Entretanto, estes casos seriam exceções. A imensa maioria dos professores pode e deve se engajar nesse imenso desafio de trabalhar por uma educação (não apenas inclusiva) de melhor qualidade em nossas escolas."
A pesquisa qualitativa valoriza a busca do significado e da interpretação, visando gerar conhecimentos aplicados a um contexto particular. O conhecimento é civilizatório e necessário para que o indivíduo perceba melhor a realidade e seja mais independente dos outros, mas a instrução certamente não esgota o papel da educação. Assim, a proposta da educação inclusiva contribui para que a escola se afirme não só como o espaço para a necessária e imprescindível construção do conhecimento, mas também para o exercício da socialização e a cidadania de seus alunos.
ResponderExcluirEm depoimentos relatados por professores eles ressaltam que não são apenas competências teóricas que os caracterizam preparados para acolher a diversidade dos alunos. São igualmente imprescindíveis competências afetivas e também éticas que revelem respeito ao outro. Ressaltar a importância do vínculo professor-aluno significa, portanto, realçar o lugar de destaque do professor como grande mediador da relação da criança com o conhecimento, mas também como responsável pela sua formação num sentido mais geral. Mantoan (1997) acredita que o fato de os professores tenderem a eximir a criança deficiente da responsabilidade por seus atos revela o paternalismo com que ela é tratada em classe. O desconhecimento das reais possibilidades de desenvolvimento do deficiente mental, ao lado dos preconceitos que cercam sua conceituação imprimem à educação dessas pessoas um caráter restritivo e protecionista. Um objetivo que nos parece legítimo: o diagnóstico médico ou psicológico como informações que auxiliem o professor a descobrir potencialidades da criança e, assim, contribuir de uma forma mais eficaz para seu desenvolvimento. As dificuldades e limitações precisam ser reconhecidas, mas não devem conduzir ou restringir o processo de ensino e sim incentivá-lo.
A diversidade e a complexidade das relações entre fatores biológicos e psicossociais envolvidos nos quadros de deficiências justificam considerar a psicologia como um dos fundamentos indispensáveis à compreensão e à intervenção no campo da educação inclusiva. Torezan (2002), porta-voz desta posição, afirma que, só através de oportunidades para a reflexão e aprofundamento teórico baseados na problematização de sua prática, poderá ocorrer transformação do trabalho pedagógico, e consequentemente, uma ação mais flexível e mais produtiva dos professores diante da realidade da sala de aula. Para autores de orientação psicanalítica, a inclusão escolar tem a ver com a cidadania, no que eles se identificam com outros de diferentes abordagens, mas também com os efeitos que o convívio escolar traz para a constituição do sujeito, isto é, a oferta de um lugar social para essas crianças, algo próprio e legítimo do discurso escolar, que é o lugar de aluno.
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A segunda parte do livro refere-se, as experiencias vivenciadas pelas professoras no decorrer das pesquisas foram levantados vários questionamentos que nos chamam atenção , como por exemplo o que nos diz respeito ao diagnostico e as relações entre professor- aluno e alunos com e sem deficiência.
ResponderExcluirAtravés da pesquisa pode -se constatar que tanto o diagnóstico médico como o do psicologo é importante saber qual o problema que o aluno tem, mas não o professor se acomodar com o resultado presente no laudo e limitar o educando ao que ele pode fazer. O laudo irá auxiliar o educador a explorar as potencialidades, e ou as habilidades que o aluno com deficiência apresenta.
Um outro ponto de grande relevância é a relação professor -aluno com deficiência, onde se esclarece através do vinculo, em que o professor realça o seu lugar de destaque, como um grande mediador da relação da criança com o conhecimento e também responsável pela a sua formação no sentido geral.
As relações entre os alunos com e sem deficiência, é de grande importância para o processo de socialização de ambas as partes, pois a criança com deficiência terá mais possibilidade de interagir com o meio, e a criança "normal" irá desenvolver outros sentimentos importantes para a vivencia, como o respeito, solidariedade e principalmente o companheirismo entre as partes.
Em contra partida, a tudo que foi dito, se a escola como um todo não estiver preparada para receber estas crianças, poderá trazer mais problemas ao educando. Uma professora que fez parte do processo da pesquisa, afirma ainda que a inclusão deve existir,mas deve -se fazer uma "seleção" para escolher aqueles que podem aprender e tirando principalmente os agressivos que são mais dificies de lidar. Logo nos deparamos com o despreparo dos profissionais,isso nos faz pensar na seguinte situação, incluir por incluir, será que é o correto? A educação inclusiva é extremamente importante, mas deve ser repensada e ter mais incentivos governamentais para se adquirir exito, nas propostas que a educação inclusiva preconiza.
Livro 1
ResponderExcluirO livro expõe um assunto muito polêmico,que é a inclusão de crianças com deficiência intelectual nas escolas públicas de ensino fundamental. A inclusão é de fundamental importância para as crianças e seus familiares.Porém a realidade encontrada nas escolas esta muito longe de ser a ideal. Faltam profissionais para assisti-los e quando tem esses profissionais, eles não tem o preparo necessário para auxiliar no desenvolvimento do discente.
Na pesquisa realizada, apesar de todas as dificuldades alguns professores mostraram apoio a inclusão em seus relatos.
[… a proposta de inclusão é perfeita, eu acho que as crianças não têm que
ficar lá no seu mundinho, só tendo contato com os seus iguais. Eu acho que tem
mesmo que misturar com os outros, correr, conversar, interagir porque a troca
vai promover um desenvolvimento maior...]
Outros deixam claro a imposição para tal aceitação:
[Essa proposta de inclusão também veio com a LDB e caiu de pára-quedas
pra nós. Porque antes, quando você recebia um aluno especial ele era encaminhado para uma escola específica pra isso. Com a nova lei, você fica assim,‘proibido’ de recusar esse aluno.]
Contudo, o reconhecimento dos benefícios da escola inclusiva para a criança
com deficiência em termo de socialização e autonomia é quase uma
unanimidade nos relatos.
O dialogo sobre o tema é de fundamental importância, uma vez que na pesquisa, os professores falaram muito em medo. O medo do novo, do desconhecido. E uma vez que o assunto é socializado, as experiências são trocadas, a visão sobre o assunto muda e consequentemente a aceitação e forma de lhe dar fica favorecida.
O tema sobre inclusão tem dado muita polêmica no sistema educacional brasileiro devido à complexidade de fatores a serem revistos para sua implantação. É necessária uma extensa reorganização escolar, na qual se destaca a formação do professor. Tal perspectiva nos faz pensar na formação de professores e de como essa iniciativa poderia facilitar a entrada e permanência das crianças com necessidades especiais em escolas regulares. Esta pesquisa teve por objetivo descrever e analisar a interação social entre os professores de uma escola pública regular da rede municipal que mantém alunos com e sem deficiência, engajados nas mesmas atividades. Falam como o diagnóstico é importante para o professor, até pra ele saber de onde começar, o que buscar, e ajudar na qualidade de vida das crianças. Os professores falam dos sentimentos vivenciados na convivência com a criança com deficiência e as reflexões pessoais que esta experiência lhes suscitou. Na pesquisa, os professores falam de despreparo para trabalharem junto às crianças com necessidades especiais. Eles afirmam que não tiveram, em sua formação acadêmica, o preparo adequado que os capacite a lidar com a diversidade e isso gera intenso sofrimento, pois ensinar crianças com limitações exige conhecimento, competência e habilidade para que o processo inclusivo seja efetivado.
ResponderExcluirOs resultados apontam para um discurso frente à inclusão: ora as participantes apontam seus benefícios, reconhecem sua pertinência educativa e social, falam de estratégias pedagógicas que valorizam a singularidade dos alunos; ora demonstram dúvidas e resistências, deixando claro seu incômodo diante da deficiência, principalmente diante de um comprometimento mais severo. Um professor inclusivo precisa ter conhecimento bem construído em sua área de atuação, além de manter-se em permanente atualização, considerando o ritmo acelerado do conhecimento humano em geral. Buscar informações e aprender a selecioná-las são novas habilidades que o professor não pode deixar de desenvolver. Ser um eterno aprendiz, garante ao professor a possibilidade de colocar-se na posição de aprendente e, portanto, do aluno. Estar em contato com seu modo de aprender, com sua singularidade, pode dar ao professor melhor acolhimento e compreensão das singularidades de seus alunos e do processo de aprendizagem. Pois a inclusão deve continuar a crescer e as redes precisam estar prontas para receber bem esses estudantes com ações que vão da melhoria dos espaços físicos à mobilização da comunidade escolar.
Quando conversamos sobre o ensino para alunos especiais, a primeira barreira que devemos vencer é a do desconhecimento. Cabe ao professor: pesquisar, ler, refletir, experimentar, errar e novamente recomeçar. Esse caminho só faz sentido se realizado com amor. Acreditando no que se está fazendo, não pelo simples fazer, mas consciente de que se está trabalhando o aluno como ser individual e capaz de aprender. As experiências têm demonstrado que o melhor caminho para efetivar a inclusão é incentivar o engajamento de toda a comunidade escolar. Ou seja, muitos são os professores que não aceitam a ideia da inclusão em suas escolas e salas de aula porque não se sentem preparados para receber tais alunos. O que vemos são professores com a função de educar, mas que se encontram perdidos e amedrontados por essa “nova” visão educacional, onde a nota não é o mais importante. O princípio fundamental da escola inclusiva é o de que todas as crianças devem aprender juntas, sempre que possível, independentemente de quaisquer dificuldades e ou diferenças que elas possam ter. Escolas inclusivas devem reconhecer e responder às necessidades diversas de seus alunos, acomodando ambos os estilos e ritmos de aprendizagem, assegurando uma educação de qualidade a todos, por meio de um currículo apropriado, arranjos organizacionais, estratégias de ensino e uso de recursos diferenciados.
Essa segunda parte do livro me chamou a atenção sobre a pequisa , que relata o que já sabíamos ; O despreparo de muitos de nós profissionais frente a inclusão nas escolas , outro ponto que me chama atenção são as concepções de Vygotsky comprovando a importância de incluir .
ResponderExcluirA obra de Vygotsky, traz importantes contribuições para a educação e nos faz repensar o quanto é realmente necessária a inclusão social , na medida em que o desenvolvimento do sujeito humano se dá a partir das constantes interações com o meio social , a teoria desse autor atribui grande valor á pessoas desse meio.
Assim ´o desenvolvimento do psiquismo , delimita e atribui significados á realidade
Outra concepção original dese autor é a zona de desenvolvimento proximal , que mais uma vez vem a comprovar o quanto é necessária a interação de uma criança especial com outras crianças normais , permitindo delinear o futuro imediato dessa criança especial ao seu estado dinâmico de desenvolvimento , propiciando o acesso não somente ao que já atingiu no seu processo de aprendizagem ., como também aquilo que ainda está em processo de maturação.
Não tenho dúvidas do quanto é importante essa interação de crianças especiais com outras crianças normais , e nessa relação ambos serão favorecidas , trocando experiências de seus mundos e todas as diversidades que eles apresentam , quebrando a barreira do preconceito , medo do desconhecido , aprende-se portanto a respeitar o diferente .
Para nós professores , percebo que estamos rumo ao desenvolvimento da inclusão , pelo menos é o vejo na minha realidade , ainda assim faltam muitas questões a serem melhoradas , a principal ,é a vontade de fazer a inclusão acontecer , não apenas aceitar por quê esse aluno está na minha aula , mas sim tentar alcança -lo , apresentando para ele metodologias diferenciadas , levando -o ao desenvolvimento da aprendizagem no seu tempo , da maneira dele, não é ´fácil incluir , mas temos que tentar , mesmo com erros , despreparos , sem financiamento de formações , ainda assim precisamos tentar incluir socialmente nossos especiais.
Essa segunda parte do livro me chamou a atenção sobre a pequisa , que relata o que já sabíamos ; O despreparo de muitos de nós profissionais frente a inclusão nas escolas , outro ponto que me chama atenção são as concepções de Vygotsky comprovando a importância de incluir .
ResponderExcluirA obra de Vygotsky, traz importantes contribuições para a educação e nos faz repensar o quanto é realmente necessária a inclusão social , na medida em que o desenvolvimento do sujeito humano se dá a partir das constantes interações com o meio social , a teoria desse autor atribui grande valor á pessoas desse meio.
Assim ´o desenvolvimento do psiquismo , delimita e atribui significados á realidade
Outra concepção original dese autor é a zona de desenvolvimento proximal , que mais uma vez vem a comprovar o quanto é necessária a interação de uma criança especial com outras crianças normais , permitindo delinear o futuro imediato dessa criança especial ao seu estado dinâmico de desenvolvimento , propiciando o acesso não somente ao que já atingiu no seu processo de aprendizagem ., como também aquilo que ainda está em processo de maturação.
Não tenho dúvidas do quanto é importante essa interação de crianças especiais com outras crianças normais , e nessa relação ambos serão favorecidas , trocando experiências de seus mundos e todas as diversidades que eles apresentam , quebrando a barreira do preconceito , medo do desconhecido , aprende-se portanto a respeitar o diferente .
Para nós professores , percebo que estamos rumo ao desenvolvimento da inclusão , pelo menos é o vejo na minha realidade , ainda assim faltam muitas questões a serem melhoradas , a principal ,é a vontade de fazer a inclusão acontecer , não apenas aceitar por quê esse aluno está na minha aula , mas sim tentar alcança -lo , apresentando para ele metodologias diferenciadas , levando -o ao desenvolvimento da aprendizagem no seu tempo , da maneira dele, não é ´fácil incluir , mas temos que tentar , mesmo com erros , despreparos , sem financiamento de formações , ainda assim precisamos tentar incluir socialmente nossos especiais.
A inclusão da criança com deficiencia intelectual na escola regular é considerada pelas professoras como uma proposta justa de evolução na sociedade: um ponto importante ressaltado foi que é importante que toda a comunidade escolar inclusive os pais estarem evolvidos na inclusão, porém são confrontos tendo no seu dia-a-dia alguns apresentam ritmos e comportamentos variados. De forma unânime as professoras declararam que se sentem despreparadas para trabalhar com as crianças.
ResponderExcluirA inclusão da criança com deficiencia intelectual na escola regular é considerada pelas professoras como uma proposta justa de evolução na sociedade: um ponto importante ressaltado foi que é importante que toda a comunidade escolar inclusive os pais estarem evolvidos na inclusão, porém são confrontos tendo no seu dia-a-dia alguns apresentam ritmos e comportamentos variados. De forma unânime as professoras declararam que se sentem despreparadas para trabalhar com as crianças.
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